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Um levantamento divulgado com base em dados oficiais da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) revelou números preocupantes sobre a frequência dos deputados estaduais entre fevereiro e setembro de 2025.
O destaque negativo ficou para Aglaílson Victor (PSB), que aparece entre os parlamentares mais ausentes da Casa, com um percentual considerado alarmante.
O deputado, que ocupa o cargo de 2º vice-presidente da Alepe, faltou a 57% das sessões ordinárias no período, o que tem gerado críticas dentro e fora do meio político.
A posição de destaque na Mesa Diretora torna o alto índice ainda mais questionado, já que Victor tem papel importante na condução das atividades e decisões administrativas do Legislativo pernambucano.
A ausência constante levanta dúvidas sobre o comprometimento do parlamentar com o andamento das discussões e votações que tratam de temas fundamentais para o estado, como saúde, infraestrutura e segurança pública.
Outros membros do colegiado também registraram percentuais significativos de ausência, como Henrique Queiroz Filho (PP), com 26%, e Álvaro Porto (PSDB), presidente da Alepe, que lidera o ranking geral com 60% de faltas.
Em contrapartida, deputados como Socorro Pimentel (União) e William Brigido (Republicanos) apresentaram desempenho mais positivo, com apenas 21% e 22% de ausências, respectivamente.
Os dados reforçam o debate sobre a importância da assiduidade dos parlamentares e a necessidade de transparência quanto à atuação de quem ocupa cargos de confiança no Legislativo.
No caso de Aglaílson Victor, o alto índice de faltas contrasta com a responsabilidade do posto que exerce, gerando cobrança pública por mais presença e comprometimento com o mandato.

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